Religião Babilônica - História da Religião Babilônica

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Por Rainer Gonçalves

moral, crenças e práticas dos antigos babilônios (ver Babilônia). Sua cosmogonia e cosmologia foram tomadas de empréstimo quase por completo dos sumérios (ver Religião suméria). Existia uma grande quantidade de reis divinos, à frente dos quais estava Marduk. Importantes eram também Samas, o deus Sol e da justiça, que está representado no Código de Hamurabi; e Ishtar, a deusa do amor e da guerra. Além desses, havia divindades dos mundos inferiores e alguns espíritos angelicais. Cada deus principal tinha, em uma ou mais cidades da Babilônia, um grande templo, no qual diariamente se realizavam sacrifícios de animais, oferendas e libações.

As crenças éticas e morais dos babilônios arrimavam-se na bondade e na verdade, na lei e na ordem, na justiça e na liberdade, na sabedoria e na aprendizagem, no valor e na lealdade. Os atos imorais ou pouco éticos eram considerados como uma ofensa aos deuses. Sentiam terror à morte, já que não existia a esperança de uma recompensa eterna para as pessoas honradas; todos estavam destinados ao inframundo. Considerando isso, não é de estranhar que a obra mais popular da literatura babilônica seja o poema de Gilgamesh, centrado em uma angustiante e inútil busca da eternidade.

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