Guerra dos Trinta Anos

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Alguns conflitos religiosos ocorridos na Alemanha, mas que foram solucionados com a assinatura da Paz de Augsburgo, em 25 de setembro de 1555, que inaugurava um período no qual o príncipe podia impor sua crença aos hábitos de seus domínios. Mantive-se o equilíbrio enquanto os credos predominantes restringiam-se às religiões tradicionais que eram a católica e luterana.

Mas a partir do momento em que o advento do calvinismo começa a se expandir, as coisas se complicam. A nova linha religiosa conquistou vários soberanos. No entanto, os jesuítas e a Contra-Reforma contribuíram para que o catolicismo recuperasse suas forças. Dessa forma nasce o projeto expansionista dos Habsburgos, que teve por liderança Fernando, duque de Estíria, o qual teve como educadores jesuítas.

O perigo ameaça tanto a vizinha França, quanto as potências protestantes no Norte. Durante o percurso do conflito, a luta ia sendo influenciada por outros temas colaterais, tais como a teimosia de alguns dirigentes europeus. Tal conjuntura fora desencadeada na segunda metade do século XVI pelas fraquezas do Tratado de Augsburgo, um acordo finalizado em 1555 entre o Sacro Império católico e a Alemanha luterana.

Nos anos seguintes s tensões religiosas foram se agravando, com isso resulto em uma serie de batalhas, sendo as principais: Batalha de Pilsen (1618), Batalha de Záblatí (1619), Batalha de Vestonice (1619), Batalha da Montanha Branca (1620), Batalha de Wiesloch (1622), Batalha de Wimpfen (1622), Batalha de Höchst (1622), Batalha de Fleurus (1622), Batalha de Stadtlohn (1623), Batalha da Ponte Dessau (1626), Batalha de Lutter am Barenberge (1626), Batalha de Stralsund (1628), Batalha de Wolgast (1628), Batalha de Frankfurt on the Oder (1631), Batalha de Magdeburgo (1631), Batalha de Werben (1631), Batalha de Breitenfeld (1631), Batalha de Rain (1632), Batalha de Fürth (1632), Batalha de Lützen (1632), Batalha de Oldendorf (1633), Batalha de Nördlingen (1634), Batalha de Wittstock (1636), Batalha de Rheinfelden (1638), Batalha de Breisach (1638), Batalha de Chemnitz (1639), Segunda Batalha de Breitenfeld (1642), Batalha de Rocroi (1643), Batalha de Tuttlingen (1643), Batalha de Freiburg (1644), Batalha de Jüterbog (1644), Batalha de Jankau (1645), Batalha de Mergentheim (1645), Segunda Batalha de Nördlingen (1645), Batalha de Zusmarshausen (1648), Batalha de Pragua (1648), Batalha de Lens (1648), Batalha de Arras (1654), Batalha de Valenciennes (1656), Batalha das Dunas (1658).

Fim da Guerra

Durante três anos a Paz de Vestfália foi negociada pelos representantes catolicos e protestantes, reunidos em Münster (catolicos) e em Osnabrück (protestantes). Os tratados finalizados nestas duas cidade da Westláfia foram reunidos no Ato Geral de Vestfália em Müster em outubro de 1648. A ratificação das clásulas do tratado de Augsburgo, ocorreu com a Assinatura de paz.

De forma que o mapa religioso da Europa ficaria estatizado, uma vez que a eventual conversão dos soberanos não acarretaria mundanças religiosas nos respectivos domínios. Além de ter sido alterado o equilibrio de poderes no continente europeu, certas fronteiras também foram redefinidas. A diplomacia e os exércitos franceses obrigaram os Habsburgos a se concentrar nos territórios austríacos e a se expandir em direção ao Império Turco, no Oriente.

França na qualidade de árbitro do equilíbrio internacional, a conseguiu alguns ganhos territoriais: tomou posse de toda, tomou o Rossilhão à Espanha a Lorena e de quase toda Alsácia e obteve o reconhecimento do bispado de Metz, Toul e Verdun (os "Três Bispados"). No entanto a guerra franco-espanhola, prosseguiu até o Tratado dos Pireneus, em 1659.

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